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Libertação > Abordagen > Francione Resolução nº 2 para 2010: cessar os ataques ao veganismo
© Gary L. Francione © Tradução: Regina Rheda © 2009 Ediciones Ánima Caros(as) colegas: O especismo ocorre quando damos peso diferente a um interesse semelhante, com base na espécie. Um exemplo de especismo são os ataques ao veganismo. Todos nós concordamos com a ideia de que a escravidão humana —por mais “humanitária” que seja— é moralmente injustificável. Mas a escravidão animal —se “humanitária”— é defendida por algumas pessoas que se dizem defensoras dos animais e caracterizam o veganismo como “absolutista” ou “purista” ou “fundamentalista”. Isso é especista. Os animais não-humanos têm interesse em não ser tratados como recursos dos humanos, assim como os humanos têm interesse em não ser tratados como recursos de outros humanos. Eu sou absolutista com relação à escravidão humana. A escravidão humana —por mais “humanitária” que seja— não é moralmente justificável. Eu sou absolutista com relação aos direitos humanos fundamentais. A tortura, o estupro, o abuso sexual infantil, etc. —por mais “humanitários” que forem— não são moralmente justificáveis. Eu sou absolutista com relação ao racismo, ao sexismo e ao heterossexismo: acho que todas essas formas de discriminação são inaceitáveis e que não devemos promover versões “humanitárias” de discriminação. Eu sou absolutista com relação à exploração animal, que não pode ser justificada nem mesmo se for “humanitária” (o que ela não é, de todo modo, por causa da condição dos animais como propriedade). Ser vegano(a) “absolutista” não é diferente de ser “absolutista” com relação aos direitos fundamentais dos humanos. Afirmar o contrário —ficar atacando o veganismo— é meramente um exemplo de especismo. O MUNDO É VEGANO! Se você quiser. Posts relacionadosCopyright © Ánima — Direitos reservados | Informação legal
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