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Folhetos veganos abolicionistas

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© Gary L. Francione

© Tradução: Regina Rheda © 2009 Ediciones Ánima
Texto pertencente ao Blog pessoal de Gary Francione
5 de maio de 2009

Caros(as) colegas:

Como vocês sabem, eu sempre afirmo que, para aqueles que se preocupam com a exploração animal, a decisão pessoal de se tornar vegano é a providência mais importante. Se eles quiserem fazer alguma coisa além de ser veganos, então devem se engajar na educação vegana não-violenta e criativa.

Esta semana, eu soube de mais um exemplo de educação vegana não-violenta em ação. O site Vegan Abolitionist tem um bom folheto de uma só página, com uma explicação simples e direta do significado, fundamento e importância do veganismo.

Esse esforço vem se juntar a outros semelhantes, incluindo o nosso próprio panfleto A Abordagem Abolicionista, agora disponível em dez idiomas além do inglês, o panfleto da Boston Vegan Association e o panfleto bilíngue (inglês e francês) distribuído pelo The Starting Point is Veganism.

Esses são apenas alguns exemplos de esforços de baixo custo para educar o público sobre o veganismo. Há muita gente engajada na educação vegana não-violenta e criativa em seu próprio cotidiano. Simplesmente conversar com seus amigos e sua família sobre o veganismo é uma forma de ativismo da maior importância.

O único jeito de, um dia, acabarmos com a exploração animal é mudar o paradigma da condição dos animais como propriedade para um paradigma em que a condição dos animais seja a de personalidades morais. Isso não se realizará nem por meio de um “faça-se” legislativo, nem por meio da violência, seja ela de que tipo for; isso partirá de indivíduos determinados, que abracem a não-violência, pratiquem-na em suas próprias vidas e a transmitam às outras pessoas.

Eu sei que os defensores dos animais ficam desencorajados diante do fato de que as coisas parecem não avançar. Isso é verdadeiro para todos os defensores da justiça social. Mas tenham sempre em mente as palavras da antropóloga Margaret Mead:

“Nunca duvide que um pequeno grupo de cidadãos conscientes e engajados consiga mudar o mundo. Na verdade, essa foi a única coisa que já conseguiu”.

E continuem educando sobre o veganismo diariamente, de maneira pacífica e criativa.

2009

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